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Diario de um urso

Porque o dia não começa sem um café(forte) e uma boa leitura. Espaço onde irei partilhar um pouco deste meu "novo"eu.

Diario de um urso

Porque o dia não começa sem um café(forte) e uma boa leitura. Espaço onde irei partilhar um pouco deste meu "novo"eu.

Conversa com a depressão

Parabéns venceste

Foram muitos anos a lutar contra ti a lutar cotra mim próprio, na verdade a lutar contra aquilo em que me tornaste.

Concluo que por muito que lute a história mais tarde ou mais cedo repete-se  é um ciclo vicioso do qual já não consigo sair.

Sinto-me esgotado exausto, já me senti assim tantas vezes, mas desta vez é diferente  e diferente porque por tua causa, por minha causa perdi alguém que estava deposto a ajudar-me a apoiar-me, a construir um sonho que sempre sonhei desde tenra idade, não perdi como outras tantas vezes alguém que desistiu ou se afastou assim que te conheceu  assim que me viu mais a fundo, perdi alguém que antes sempre me motivou e mergulhou bem fundo no poço para me ir lá buscar, alguém que esteve sempre presente nos bons e msus momentos senso pessoalmente porque nem sempre a vida o premite mas nem que por uma mensagem uma chamada, sempre esteve lá quando precisei, perdi-a por inércia por incapacidade de reacção, por falta de arrojo por conformismo, perdi-a por tua causa por nossa causa. Parabéns venceste-me talvez eu seja mesmo um fraco. A vida é uma selva e só os fortes lutadores podem sobreviver assim é em toda a natureza porque não o seria na espécie humana?

Vejo os seus sorrisos às suas gargalhadas o seu doce aroma cada vez mais longe, mas entendo-a ela não te merece, não merece aquilo em que me tornaste, merece bem melhor do que aquilo que somos juntos. 

É hironico,queixo-me de solidão quando afinal tu estás sempre presente., fazes parte de mim, foste ganhando espaço às vezes sem eu preceber e mataste-me aos poucos, já não me reconheço, será que algum dia fui eu próprio? Ou foste sempre tu a comandar? 

Deste-me tréguas durante estes dois anos ou atuaste na sombra sem que eu percebesse? 

É agora findo este período resolveste voltar po jante para dar a estocada final no pouco que resta de mim? Não achas que já chega? Vai-te embora, deixa-me em paz, deixa-me voltar a ser eu ou isdo ou desfere o golpe de misericórdia e mata-me de uma vez, não vês que já não há mais nada para te alimentar? Deixa-me morrer. Este limbo está dor está morte lenta e demasiado dolorosa, por uma vez tem piedade não me tortures mais, se não me deixas viver. Se não me deixas ser feliz, mata-me de um só golpe por favor, acaba com este sofrimento, deixa o meu filho fora desta guerra, isyo e entre nós os dois, e eu já levantei a bandeira branca da rendição. 

Rendo-me há evidência de que venceste, concordará que por muito fraco que seja te dei luta, não poderia ser de outra forma tinha de lutar tinha de acreditar que te podia dar a volta para poder continuar a sonhar, mas até isso tu me tiraste e esse foi o golpe final que me fez preceber que não vale a pena continuar a lutar contra ti, és mais forte que eu, mais forte do que eu imaginava que fosses, só te peço por favor ahora que reconhi a derrota deixa-me morrer em paz, não tragas contigo o julgamento alheio, não atormentes mais o meu espírito com a dor dos que me rodeiam, passei a vida a pôr os outros a frente de mim próprio, se por uma vez me premito ser egoísta irás tu msis uma vez atormentar-me a alma com a dor allheia? 

Dar-me-ás por misericórdia a coragem necessária para o fazer? 

Ou terei de continuar a morrer em chama branda cono se um qualquer fogo me consumir-se primeiro a pele depois a carne ainda os músculos até chegar aos ossos, estas muito perto de chegar aos ossos, será que nso está na hora de me deixar partir? Porque me queres vivo? És sádica caramba, quase necrofaga alimentaste dos restos mortais ainda frescos do meu ser. 

Afasta-te do meu filho deixa-o viver não o consumas como me consumiste a mim não explores a sua dor como janela para a tua negra entrada. Não o leves só abismo em que me puseste nso o faças ter de escolher ter de lutar contra ti, não é uma luta justa é será sempre uma luta desigual, tu própria és uma cabra fraca consumista, atacas os mais vulneráveis,os alvos que vês mdis fáceis, felizmente enganaste e tantas vezes sais derrotada. Desta não desta venceste

 

Este texto não tem edição e um desabafo sentido. É o final não sei se de uma vida porque duvido ter coragem para fazer o que gostava e deveria fazer. Mas o fim de mim é provavelmente deste blog. 

 

Obrigados a todos pelas visitas apoio e comentários encontramos por si talvez aqui  talvez nos vossos cantinhos. Ou talvez num lugar melhor 

 

 

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