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Diario de um urso

Porque o dia não começa sem um café(forte) e uma boa leitura. Espaço onde irei partilhar um pouco deste meu "novo"eu.

Diario de um urso

Porque o dia não começa sem um café(forte) e uma boa leitura. Espaço onde irei partilhar um pouco deste meu "novo"eu.

Ódio

Es uma puta disfarçada, com um manto de bondade que a muitos ilude

Ninguém entende o quanto tu és injusta e desleal, dás um sorriso para arrancar um coração mais adiante

És por norma tão mais fácil e sorridente quanto mais dinheiro houver, ou seja és uma cabra interesseira bajulae os ricos, lixas os pobres.

Todos te adoram apesar de seres uma visita que nunca foi convidada para aparecer. 

Tomas as pessoas e iludes as suas mentes com a ideia de que a tua irmã por ter um tom mais escuro é tenebrosa.

 

És lobo com pele de cordeiro e eu odeio-te com todas as poucas forças que me restam. 

Sim vida tu sua puta que arrancas te de mim o melhor que eu tinha tantas vezes e aos poucos, que me arrancas tudo o que amo me deixas levsntar voltas a dar-me um sorriso para logo de seguida me esperares de novo as garras e fazeres-me sofrer, por mim esta história acabou no dia que arrancas te de mim o sol que iluminava a minha existência, és uma puta velhaca mas esqueceste te de um pormenor, as vezes a dor da origem ao ódio, é o ódio e uma força imensa que move montanhas, e agora vou-te pagar na mesma moeda, vou-te espetar facadas em cada suspiro teu fazerte morrer de agonia entregar a tua alma a tua irmã essa sim a justa morte, que a todos leva independentemente da sua condição social credo raça etnia o que for tu és tão injusta tão cabra tão desprezível que só somos todos iguais depois da morte, tiraste e um filho antes dele nascer tiraste e amizades amores e por fim tirasteme o sol, sua vil e nojenta "coisa" usas as pessoas das quais te a poderás e cospe-Las quando delas já nso precisas, não compreendo cono são as pessoas agarradas a algo que só lhes traz dissabores tristezas a algo que só lhe traz trabslho dm vez de venerate o descanso eterno, não Julgo ninguém, eu odeio-te  eu venero a morte sim a justa morte aquela que ndo apresenta dificuldades lágrimas nem dissabores aquela wuw quando traz sofrimento o traz de forma definitiva de uma vez do aquela que nos leva de uma do vez e nso aos poucos que nos traz a paz o descanso eterno e ndo nos faz andar em penitência. A mim não me enganas mais no teu doce canto de sereia bo dos que esco de pôr detrás o fel das amarguras da dor do sofrimento.

Quiseste testar os meus limites ao sofrimento  deste-te mal, agora vou-te pagar na mesma moeda já que 3 para doer vou fazer-te a agonia que eu si yo vou asfixiar te  vais morrer sim mas aos poucos é no fim será a tua irmã morte a dar a machadada final quando já tu tal cono eu implorares pela morte 

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